Quem em algum momento de sua vida não se questionou sobre as semelhanças e diferenças que temos para com aqueles que nos geraram.
Semelhança esta almejada ou não.
O espanto surge quando percebemos que esquecemos daquilo que nos ensinaram.
Da cautela com que nos observavam quando nos encorajavam a seguir em frente
Da aflição sentida quando nós é quem não sentíamos segurança naquilo que fazíamos e , pior, na queda quando um passo em falso era dado.
No descontrole quando éramos injustiçados e ofendidos...
Talvez por sequência natural de vida de todo ser humano, uma hora agente esquece tudo aquilo que eles nos ensinaram e estabelecemos nossas próprias prioridades , nossas próprias metas e nossa própria filosofia de vida.
Esquece a generosidade, o altruísmo e bons modos cotidianos;
Esquece de ser presente quando se tratando de amigos e família;
Esquece como é bom brincar, como é bom visitar os avós, como é importante respeitar os animais.
Num momento não muito distante de introspecção, reestabelece-se um padrão antiquado de vida. Agente percebe que está assustadoramente à um passo da caricatura daqueles que nos criaram! E que não é uma questão de ecolha, é uma espécie de ligação nata que fazemos a partir do momento em que fomos criados, e que nos leva hereditáriamente à uma caracteristica nada autentica de pai e mãe.
Assim vivemos até o momento que nossos filhos lembrem-se que se esqueceram do que nós ensinamos e repassem aos seus filhos o que foi ensinado por nossos pais.




